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18/06/10

Rafeiro.

Não há masculinos ou femininos. Não quero que ninguém enfie carapuças que não tem medida para as suas cabeças.


Sabes qual é o teu mal? É estares demasiado/a habituado/a a teres tudo o que queres. Agora te pergunto: o que é que tu queres? Melhor, o que é que tu tens de valioso? Sim porque entre achares e teres algo de qualidade vai uma diferença daqui até à Lua.
Sabes que mais? Vamos-te deixar viver nesse engano de leda ignorância. Estou, estamos, cansados dos teus “marionetismos” e fantochadas.
Por mim, fazes aquilo que melhor cuidares, e jamais aches que a minha ira se reflecte em interesse por ti, porque de facto esse interesse morreu antes de nascer. A única coisa que me ofende é a podridão que espalhas no Mundo; ages como um cão, um cão que crava os dentes noutros cães mesmo que passado uns dias lhes ande a lamber o cu; um cão que ferra a mão do dono, quando consomes as pessoas como melhor te convém, esquecendo-te que é isso que te torna medíocre.

Sabes que mais? Não desperdiço mais latim com “enlatados”, gente fabricada e sem qualquer pingo de decência nas veias.
Adeus, e cautela, não mordas a tua língua ou morrerás envenenado/a.