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07/10/10

Bon Appétit

Estou finalmente livre, desprendida da vossa podridão, livre desse sitio.
As vossas teias já não me prendem, as vossas balbúrdias já não me atingem, a vossa mesquinhez e egocentrismo afundou, tal e qual Atlântida.
Sinto-me finalmente leve, a minha mente eleva a felicidade até à mais ténue linha do horizonte. Mudei, mudei-me.
Dispensei as memórias mascaradas de preto, e fechei a minha porta a forasteiros.
A minha casa já não abriga vagabundos, nem o meu coração alberga gente sem traços de carácter.
Não sou nenhuma bicha-solitária, não tomem como certo que eu por vos fechar a porta não a vou abrir para os meus vizinhos. Simplesmente estourei a minha paciência a ajudar quem me dá persistentemente bofetadas na cara.
Vocês lambem aqueles em quem vocês cospem em cima, perdoem-me se eu não tenho o vosso descaramento, mas eu cá não sou dada a hipocrisias.
Eu não "como a merda que cago".