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31/08/10

To be, or not to be?

Talvez um dia a maioria dos homens deixe de agir como homens das cavernas.
Deixem de achar que as mulheres são aquisições, ou jóias de colecção.
Deixem de achar que as mulheres servem para servir, quando elas existem para serem servidas.
Deixem de achar que o nosso cérebro é menos funcional que o vosso, quando somos nós uma máquina capaz de executar tarefas múltiplas.
Deixem de crucificar o espírito e maltratar o templo que é o corpo das mulheres.
Deixem de nos usar e desusar como se fossemos um adereço banal.
Talvez um dia, a maioria dos homens entenda que a mulher é divinal, e o seu corpo não peca sozinho.
Quiçá um dia, os homens coleccionem aventuras prazenteiras, em vez do prazer de aventureiras.
Porventura um dia, os homens enxerguem as mulheres como obras da natureza, em vez de as verem como um troféu de lata.
Possivelmente, o homem um dia verá a mulher como uma deusa, contudo isso só acontecerá quando a mulher começar a agir como tal.
Quando, um dia, a maioria das mulheres deixar de usar uma etiqueta de “consumo fácil” na cabeça, os homens deixarão de tratar a pluralidade das mulheres, como uma via de fácil acesso.

3 comentários:

daniela disse...

concordo plenamente com o que acabaste de escrever. os homens são mesmo assim, num milhão ainda se encontram dois ou três de jeito. mas é tão difícil agora! além do mais, eles só aprendem quando passarem pelo mesmo que nos fazem passar a nós. mulher que é mulher é forte e para isso sofreu e aprendeu!

SofiaBasto disse...
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daniela disse...
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